sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

As Últimas.....

Enfim hoje é sexta-feira(pena que não é santa).


A semana foi boa, e passou correndo, se é que a semana pode correr.
Estou mais aliviada em relação ao meu pré-projeto de TCC, e é claro ao meu próprio TCC.Quarta-feira falei com a professora Emília, assim nem preciso citar o medo de levar um não na cara com aquela voz suave que ela tem, mas naquele dia acordei decidida em resolver a questão do co-orientador do meu TCC.E graças ao bom Pai , a professora disse sim.Ufa!
E para a semana ser ainda melhor ontem foi o último dia de aula no gueto(do intermediário).Gente eu preciso de férias!!!!!!!!!!!!!!!!


Hoje chega minha tia e meus primos de Manaus, acho que vai rolar a festa de família no fim de semana.Uhuhuh......

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Para começar o ano!!!!!

Reflexão do Ano de 2008.
UM OLHAR NOVO!
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças.É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?Quero viver bem.
2008 foi um ano cheio.Foi cheio de coisas boas e realizações,mas também cheio de problemas e desilusões.
Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas.
Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou.
Normal.
2009 não vai ser diferente.Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí?Fazer o quê?Acabar com seu dia?Com seu bom humor?Com sua esperança?O que eu desejo para nós é sabedoria!
E que nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência!Que nós consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim....Entender o amigo que não merece nossa melhor parte.Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos.Ou mude de classe, transforme-o em colega.Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou?Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano.Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
Desejo para você esse olhar especial. 2009 pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar.Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2009 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular...ou...Pode ser puro orgulho!Depende de mim, de você!
Pode ser.
E que seja!
Feliz olhar novo!
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!Um ano novo cheio de mudanças!É o que eu Desejo a todos!Tenham um ótimo ano novo!!!!


Texto extraído de um e-mail que o Ed recebeu de uma empresa, eu axei muito bom, por isso resolvi postar , espero que gostem.

Feliz 2009.

domingo, 28 de dezembro de 2008

E ano está acabando!!!Seja Bem Vindo 2009!!!

Olá pessoal!


Saudades do meu blog!


Bem, desde do último post aconteceram várias coisas, mas só irei citar as que considero mais importantes(e as que eu lembrar).


Estou trabalhando na Gráfica Tiagão como revisora de textos, quanto a isso ainda não tenho muito a declarar, só que eu definitivamente odeio acordar cedo.


Enfim as aulas acabaram,foi um alívio.


Dia 20 aconteceu na casa da Mi a festinha do Jornal Olho de Boto, eu adorei, dancei, comi, bebi, ri muito, e o que é melhor estava rodeada de amigos.Depois da casa da Miriam fui para a confraternização da Abel com o Ed, durante o trajeto aconteceu umas briguinhas para variar, porém tudo se resolveu.


O natal não foi dos melhores(melhor nem comentar).


E sexta dia 26 aconteceu na minha casa a festa de confraternização da minha sala, bem não foi todo mundo , mas como diria uns amigos meus "foi mara".Com certeza vou sentir saudades de todos que estiveram presentes.











E 2008 está chegando ao fim!

Desejo a todos um novo ano cheio de felicidades, conquistas, amor, paz e é claro muita saúde....

Que venha 2009!!!!!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Amando (pra variar).



Estou mega ocupada com relatório de estágio de regência, últimos trabalhos e seminários da faku, graças a Deus o inglês acabou ontem , o gueto tá consumindo as minhas ultimas forças - mas eu não vou desistir - e ainda tem a minha casa naquele estado que vcs já sabem.Porém há sempre um fio de esperança, e o meu fio de esperança tem sido o meu namorado, gente eu tenho um anjo ao meu lado.Obrigado Senhor por colocá-lo na minha vida.




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Tem Que Ser Você
Victor e Leo
Composição: Victor Chaves
Um dia seus pés vão me levar


Onde as minhas mãos não podem chegar


Me leva onde você for


Estarei muito só sem o seu amor


Agora é a hora de dizer


Que hoje eu te amo


Não vou negar


Que outra pessoa não servirá


Tem que ser você


Sem por que, sem pra que


Tem que ser você


Sem ser necessário entenderahh...uhh...


Me leva onde você for


Estarei muito só sem o seu amor


Agora é a hora de dizer (de dizer... eh..)


Que hoje eu te amo


Não vou negar


Que outra pessoa não servirá


Tem que ser você


Sem por que, sem pra que


Tem que ser você


Sem ser necessário entender


Que hoje eu te amo


Não vou negar


Que outra pessoa não servirá


Tem que ser você


Sem por que, sem pra que


Tem que ser você


Sem ser necessário entender


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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Hoje é o Dia Internacional do Deficiente Físico.ºAbraçe essa causa.º




A deficiência pode ocorrer também não só por ocasião do nascimento, mas na sua vida normal, por um acidente traumático onde o indivíduo perde uma ou mais funções de seu corpo. Temos principalmente a perda de membros. São desse grupo as paraplegias, tetraplegias, etc. São as Deficiências por Traumatismos. Outra forma de seqüela incapacitante é a hemiplegia que ocorre após um AVC (acidente vascular cerebral) Obs: As deficiências mentais, auditivas, visuais, etc não são enquadradas como deficiências físicas e tem pouco a ver com a reabilitação física usada na fisioterapia.
Hoje em dia não é tão difícil conviver numa cidade grande se você é portador de deficiência, pois as cidade se preocupam cada vez mais em dar condições de vida aos seus deficientes, seja por que eles representam uma parcela considerável de sua população, e que reivindicam seus direitos, seja por que fazem parte de uma parcela de consumo que cada vez cresce mais demandando por produtos específicos com sua incapacidade.
Todos sabem da necessidade de se construir prédios acessíveis, da igualdade de direitos para os portadores de deficiência. Ocorre que, freqüentemente, deparamo-nos com profissionais de várias áreas indagando: mas criança surda, deficiente mental, tem mesmo que ser matriculada no ensino regular? Isto representa um benefício? A escola precisa ter livros em braille? Por que gastar tanto com acessibilidade, não basta uma entrada pela garagem? quantos deficientes freqüentam nosso prédio para justificar a despesa? Entre outros exemplos.
Todas essas perguntas demonstram que olhamos para o portador de deficiência como alguém diferente. Alguém que não cabe no nós da primeira pessoa do plural, nem no todos dos administradores, dos políticos, das autoridades. É alguém que é acolhido como um gesto de benevolência, cuja simples visão ainda nos causa receio, às vezes até medo de chegar perto por não saber como tratar. Não é má criação, insensibilidade, mas pura falta de informação. Enquanto a nossa visão for de simples integração da pessoa portadora de deficiência, e não entendermos como viver a inclusão, a exclusão permanecerá. Fazemos questão de diferenciar os termos Integração e inclusão, pois a maior parte de nossa legislação, inclusive a Constituição Federal, utiliza o primeiro, assim como a maioria dos órgãos públicos.
Ocorre que existe um movimento mundial pela inclusão da pessoa portadora de deficiência, e não mais uma simples integração. Vejamos. Integrar significa adaptar-se, acomodar-se, incorporar-se. Não é a melhor palavra porque se presume sempre que se trata da reunião de grupos diferentes. Reflete sempre uma ação do portador de deficiência para tentar adaptar-se, incorporar-s e. Já a inclusão não.
Ela significa envolver, fazer parte, pertencer. Representa uma ação da sociedade que vem envolver parte dessa mesma sociedade que está excluída por falta de condições adequadas. Significa trazer para dentro de um conjunto alguém que já faz parte dele. Não se trata de uma mera troca de verbos, mas de novo olhar sobre o portador de deficiência como sendo alguém que cabe no nós, no todos-tudo. No momento em que alcançarmos esse progresso, esse grau de desenvolvimento humano, essa naturalidade diante da diversidade, o aborto eugenésico, como por exemplo, o de crianças com Síndrome de Down, será uma realidade muito distante.
No momento ainda em que alcançarmos a verdadeira inclusão, o fato de uma pessoa sofrer um acidente e transformar-se num portador de deficiência significará apenas que suas aptidões mudaram e que ela deve adequar-se a uma nova condição de vida, também repleta de oportunidades. A jornalista Cláudia Werneck utiliza em seu livro Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho na Sociedade Inclusiva um exemplo muito feliz para ilustrar a atual sociedade e o que representaria a inclusão. Tentaremos descrever: a sociedade atual é como uma avenida muito movimentada, onde é muito difícil adentrar e permanecer, pois não tem qualquer sinalização. Só os muito aptos é que conseguem fazê-lo.
Quem está nas estradas vicinais dificilmente consegue entrar na avenida e isto é muito ruim, pois é na avenida que se localizam os teatros, cinemas, supermercados, escolas, etc. Só que a avenida tem uma peculiaridade, ela inevitavelmente bifurca-se em estradinhas secundárias, de forma que quem está na avenida hoje, amanhã não estará mais. Realizar a inclusão significa colocar sinais nessa avenida, facilitando a todos o livre trânsito, de forma que TODOS colham os seus benefícios. No início, os mais apressadinhos podem até ficar irritados com a sinalização, terão que andar um pouco mais devagar, mas com o tempo aprenderão que TODOS têm muito a ganhar numa sociedade inclusiva. Nesse dia então, diz a jornalista, será uma grande festa.
A educação é um dos pilares para alcançarmos essa almejada sociedade inclusiva. É começando pelas crianças, com a conscientização delas sobre as diversidades que as necessidades especiais de alguns passarão a ser vistas como devem ser, como algo natural, que faz parte da natureza humana. O modelo pedagógico usado em algumas escolas particulares e até em públicas, de classificação de alunos em turmas A, B e C, pelo critério da maior aptidão, está na contramão de direção desse progresso intelectual. Em tais escolas particulares, as melhores cabeças já são selecionadas em provinhas, aos 04 e 05 anos de idade. Vão para a turma A, onde todos são muito bonitos, saudáveis, tiram notas parecidas, podem comprar o mesmo brinquedo, etc. Resultado: a criança é criada num gueto, com a falsa impressão de que o mundo é daquele jeito. Não aprende a lidar com certas dificuldades porque nem sabe da existência delas.
Num futuro, se for reprovada num teste, não saberá como enfrentar essa situação. Se sofrer um acidente, perdendo uma perna, por exemplo, será capaz de suicidar-se por total despreparo emocional. Nossa legislação, desde a Constituição Federal até a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, garante a inclusão da educação especial no ensino regular. Portanto, a matrícula compulsória de crianças portadoras de necessidades especiais, inclusive a deficiência auditiva, visual e mental, já é uma realidade em nosso País .
Ocorre que como a lei demora muito a ser cumprida e tendo em vista certos termos ali utilizados como preferencialmente, sempre que possível, ainda há muito trabalho de conscientização a ser feito. Boa parte de nossos educadores sequer sabe o que é educação inclusiva , da obrigação legal de admitir alunos portadores de deficiência, ainda que mental, e o que é pior, não conhecem os extraordinários benefícios da inclusão até para os não portadores de necessidades especiais.
As experiências que poderíamos relatar são maravilhosas, fazem com que qualquer pai de criança dita normal, que conviva com um portador de necessidade especial, sinta-se extremamente orgulhoso do filho, do quociente emocional por ele adquirido com essa convivência. Conforme mencionamos, existem dispositivos legais prevendo a compulsoriedade da matrícula, mas desde que o portador de deficiência seja capaz de se integrar na rede regular de ensino.
Não foi bem isso o que a Constituição Federal garantiu, mas, de qualquer forma, tais artigos devem ser interpretados no sentido de que representam sim uma válvula de escape, mas apenas para aquelas situações em que, apesar de todo o sistema inclusivo, o portador de deficiência não consegue se integrar em razão de algum outro problema. Exemplo: o deficiente mental de 20 anos, que sequer teve estimulação adequada. Não é salutar para ninguém que seja colocado numa sala com crianças de 06 (seis) anos de idade.
Portanto, admitimos que em certos casos a integração (ato que depende do portador de deficiência) não ocorre e nem seria recomendável. Isto explica o termo desde que capazes de se integrar, que não deve servir como desculpa para se recusar alunos em razão apenas das suas necessidades especiais, por exemplo, recusar aluno cego porque a escola não conta com material adequado, recusar portador de deficiência mental porque ele não tem condições de acompanhar a turma e o professor não está preparado.
Ora, se tais argumentos fossem válidos a Constituição Federal não teria garantido a oferta de educação especial no ensino regular. Portanto, precisamos caminhar rumo à INCLUSÃO, ainda que a nossa legislação fale em integração. Basta uma leitura das normas em conjunto para se perceber que a intenção, na verdade, é incluir, pois se exige ações da sociedade visando o acolhimento desse grupo e não que o portador de deficiência venha se adaptar. Não há o que ser adaptado, pois não se adapta o que já deve fazer parte, apenas se oferece condições para que não ocorra a exclusão. São essas condições, começando pela educação inclusiva, que devemos cobrar das autoridades e de nós mesmos.
www.iis.com.br/~mporto/port_def.html

domingo, 30 de novembro de 2008

Os últimos acontecimentos.

Então, por onde eu começo, ah nem sei....
Aconteceram tantas coisas depois que voltei de Belém, eu vou escrever tudo, mas não prometo se vão ficar na ordem que realmente aconteceram.
Ah pra começar a minha casa ainda está em consrtrução.Uma zona para ser bem sincera.






Essa com certeza precisa ficar registrado, sabe a amiga que citei no último post ?A que me decepcionou deveras?

Conversamos, nos entendemos, e nos perdoamos, isso ai: nos perdoamos.É também sou ser humano e admitir que tinha uma parcela de culpa na história.Foi bom fazer isso, me sentir bem melhor.



E o inglês?Esse também me tirou do sério nos últimos dias, descobrir que estou reprovada por falta, segunda vou fazer duas provas e tenho que tirar cinco nas duas!!!!Ou seja, tô ferrada.!!!

Tem também uma árvore de natal de 2m no meu quarto....





E amanhã também tem prova de Psicologia, 50 questões de múltipla escolha e não sei quantas dissertativas.

Ah fui pro show do Saia Rodada sexta no Atlético.

Bjos pra todos.

sábado, 15 de novembro de 2008

Acabou, mas foi bom.


Daqui há mais ou menos três horas tô indo embora de Belém, porém qro que fique registrado aqui as coisas boas e ruins que aconteceram durante o período de 12 a 15 ,eis que são elas:
Primeiro as boas é claro.
  • Viajar ,vamos combinar é sempre bom;
  • Rever velhos amigos, como o daniel, a Tatá, o Thiago, os tios;
  • Rir com os que vieram de Stm;
  • Ir no centro comprar besteiras;
  • Tomar sorvete;
  • Comer arroz com galinha;
  • Ter um resumo na jornada;
  • E muitas outras coisas.

Agora as ruins:

  • Ser quase humilhada por alguém que eu achava que fosse amiga( mas que no fundo eu já esperava por isso);
  • Ter que ir embora tão rápido(sniff).

Bom, mas se for colocar na balança, as coisas boas não deixaram que as ruins me abalassem, cheguei a ponto de chorar.

O mais importante é que vim à Belém é sempre bom.

Saudades do meu amor.